Dr Schäuble’s Plan for Europe: Do Europeans approve? – English version of my article in Die Zeit

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Yanis Varoufakis

On 15th July 2015 Die Zeit published this piece. Here is the original English language version.

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As it happened – Yanis Varoufakis’ intervention during the 27th June 2015 Eurogroup Meeting

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Yanis Varoufakis

The Eurogroup Meeting of 27th June 2015 will not go down as a proud moment in Europe’s history. Ministers turned down the Greek government’s request that the Greek people should be granted a single week during which to deliver a Yes or No answer to the institutions’ proposals – proposals crucial for Greece’s future in the Eurozone. The very idea that a government would consult its people on a problematic proposal put to it by the institutions was treated with incomprehension and often with disdain bordering on contempt. I was even asked: “How do you expect common people to understand such complex issues?”. Indeed, democracy did not have a good day in yesterday’s Eurogroup meeting! But nor did European institutions. After our request was rejected, the Eurogroup President broke with the convention of unanimity (issuing a statement without my consent) and even took the dubious decision to convene a follow up meeting without the Greek minister, ostensibly to…

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O que o PIB oculta

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Raquel Varela

O PIB a crescer pode significar que a sociedade está a decrescer – sou aliás frontalmente contra as “teorias do descrescimento”. Em descrescimento estamos nós, com as medidas recessivas. Na Barca do Inferno fiz um pequeno resumo. No meu novo livro Para Onde Vai Portugal?, tentei explicar isto sob a forma de ensaio, em curtas palavras, ou seja, como o PIB tem aumentado por exemplo com a destruição dos serviços públicos. Nós não temos que decrescer, temos que produzir o que vale a pena e não produzir o que não vale a pena. Temos cimento a mais e literatura a menos; temos carro individual a mais e relações sociais a menos; temos a tecnologia da saúde a engolir o diagnóstico médico e temos 75 teatros recuperados mas menos de 1/3 é que têm actores – o resto são monos fechados. O “que vale a pena” são escolhas políticas. São escolhas…

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